Sefaz RJ autua 30 empresas por fraudes na emissão de NFCe

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Entenda como a Sefaz RJ  realizou a operação Humilis Nota e a importância da NFCe.



Operação Humilis Nota

Na dia 17 de Abril a Secretaria de Estado de Fazenda do Rio de Janeiro  (Sefaz RJ), realizou a operação Humilis Nota. Uma equipe de nove Auditores Fiscais da Receita Estadual vistoriou 30 lojas na capital carioca e em Petrópolis, na Região Serrana. O objetivo era fiscalizar estabelecimentos comerciais que não estariam emitindo a Nota Fiscal do Consumidor eletrônica (NFCe).



NFCe: Obrigatoriedade no RJ

A emissão da NFC-e no Rio de Janeiro é obrigatória desde janeiro de 2017. Porém, existem estabelecimentos que ainda não cumprindo a obrigatoriedade. Algumas lojas sequer possuem os sistemas necessários para a emissão do documento.



Fiscalização dos estabelecimentos

Após um cruzamento das informações dos valores de entradas e saídas de mercadorias dos estabelecimentos, foi possível identificar as lojas que deveriam ser fiscalizadas. Essa já é a 13° operação realizada pela Sefaz RJ de combate a sonegação e fortalecimento da arrecadação.

Em algumas dessas lojas foram identificadas grandes diferenças entre os valores de produtos comprados e revendidos. Isso por si só já é um sinal de possíveis irregularidades. Em alguns outros casos, as empresas não faziam a emissão de NFCe para não ultrapassar o limite máximo de faturamento para participação do Simples Nacional.

As empresas que foram autuadas terão trinta 30 dias para regularizar a sua situação.

Para o Superintendente de Fiscalização da Sefaz RJ, Thompson Lemos, essa operação é muito importante para a conscientização do contribuinte para emissão de NFCe.



Importância da NFCe  

Além de estar prevista em lei, a NFCe é importante por trazer diversos benefícios ao consumidor, empresas e Fisco. O documento diminui a burocracia no comércio e o atendimento ao cliente é melhorado e facilitado.

O consumidor consegue consultar a nota facilmente através da internet. Assim, a preocupação com o documento físico não é mais tão necessária.

Para as empresas, a NFCe diminui os custos, minimiza burocracias, gera transparência no processos fiscal e abertura e fechamento de novos caixas a qualquer momento sem ter que adquirir outros equipamentos.

Para o Fisco, as informações das empresas chegam mais rápido e em tempo real, podendo ter mais controle fiscal sob o varejo.

Assim, percebe-se que o caminho dos processos fiscais é a otimização. Para manter-se atualizado e buscar sempre a melhor experiência do cliente, conheça nossas soluções para o varejo:




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Fonte: Secretaria da Fazenda do Rio de Janeiro

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