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Como estamos implantando a NF3e em uma das maiores distribuidoras de energia do país

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Distribuidoras de energia Tempo de leitura: 4 minutos

Chegou a vez da conta de energia elétrica também virar um documento fiscal eletrônico. Assim como aconteceu com a NF-e, CT-e, MDF-e, NFC-e, agora é a vez da Nota Fiscal Eletrônica da Energia Elétrica (NF3e) substituir o tradicional modelo 6 de emissão da Fatura de energia elétrica.

Essa alteração passa a ser obrigatória a todas as Distribuidoras de Energia Elétrica, a partir de setembro de 2021.

Seguindo o pioneirismo que acompanha a Oobj desde sua criação, quando participamos da emissão da primeira Nota Fiscal Eletrônica, em set/2007, e se concretizou com os outros documentos eletrônicos (DF-e). Agora, com a NF3e  não poderia ser diferente.

O modelo da NF3e herda boa parte dos conceitos dos outros DF-es e exigirá que toda fatura de energia entregue ao consumidor final seja autorizada pela SEFAZ de Origem antes da entrega ao cliente.

Porém, apesar das semelhanças, há características particulares do negócio específico que fizeram com que alguns conceitos pudessem ser alterados.

A Oobj já está atuando no projeto da NF3e desde o início de 2019, entendendo as especificidades do modelo, necessidades, integrações e aproveitando toda nossa expertise com soluções de DFe.



PROVA DE CONCEITO DA NF3E

Em agosto de 2020, fizemos uma prova de conceito (POC) com um dos maiores distribuidores de energia do país. A ideia dessa distribuidora era validar a capacidade da solução de emissão de NF3e e do próprio FISCO em relação às características do negócio deles. 

A POC tinha como premissa autorizar 500 mil NF3es no ambiente de homologação da SEFAZ, em no máximo 30 minutos. Essa exigência veio da área de negócios da Distribuidora, que tem volumes parecidos no seu dia-a-dia de operação.

Essa prova de conceito tinha como princípio atender os seguintes critérios:

01 – Solução Pronta – a solução de emissão deveria estar apta a emitir NF3e em produção imediata e capaz de usar o ambiente de homologação da SEFAZ Virtual para os testes da POC.

02 – Alta Capacidade e Disponibilidade – pela particularidade do negócio de distribuição de energia lidar com altos volumes de documentos emitidos em momentos específicos, a solução precisava ser capaz de processar uma alta quantidade de NF3e de forma escalável e adaptável à demanda.

03 – Flexibilidade e Adaptabilidade – para garantir melhorias no processo, a solução precisaria ser capaz de atender as demandas do negócio e adaptar às necessidades da empresa.

04 – Integração com ERPs – para o pleno funcionamento, o emissor de NF3e deveria estar preparado para integrar com a maior facilidade possível com vários ERPs (SAP, desenvolvimento interno, etc.) e de diversas formas.

05 – Integração com outros Documentos Fiscais eletrônicos DFe – a solução de emissão NF3 deveria permitir melhoria no processo, automação e redução de trabalho manual.

06 – Evolução – como a legislação brasileira está em constante mudança, o emissor NF3e deve atender a todas exigências legais e especificações do Projeto da NF3e e se ajustar conforme cada nova Nota Técnica que surgir.

07 – Interação com órgãos técnicos regulamentadores – e além de garantir o cumprimento da legislação, também é importante que a solução de emissão de NF3e esteja inteirada sobre reuniões com líderes técnicos do projeto NF3e, para acompanhar a evolução do projeto em primeira mão, com a possibilidade de dialogar sobre as necessidades específicas do negócio. 

08 – Meios de pagamento: para cenários de emissão de fatura que tenha boleto, débito em conta, PIX, que cuidados são necessários na NF3e.

E a Oobj mostrou que atende a todos estes critérios, pois já são parte da entrega de valores para os nossos clientes. No nosso cenário atual, já atendemos empresas com alto volume de emissão, integrando aos seus sistemas de ERPs, além de sermos especialistas em Documento Fiscal eletrônico. Ou seja, nosso core business é entregar uma solução sempre atualizada com a legislação brasileira.



RESULTADO DA POC

Com todas essas necessidades do primeiro passo da POC atendidas, a solução estava pronta para o segundo passo. Partimos para a preparação do nosso ambiente SaaS, na AWS (que já usamos com os nossos clientes), e informamos ao FISCO sobre a bateria de testes no ambiente de homologação da SEFAZ que faríamos. No passado, já realizamos um teste similar para NFCe e você pode conferir aqui

Durante o teste, em 30 minutos, a solução da Oobj de NF3e processou 712 mil NF3es no ambiente de homologação da SEFAZ, superando em 42% a determinação inicial esperada para a POC, que era de 500 mil.

Isso mostrou que ambos, SEFAZ e Oobj, estávamos aptos a autorizar grandes volumes de NF3e conforme exigência da distribuidora, e que é similar às demais que possuem volumes parecidos.



MAIS DO QUE APENAS AUTORIZAR UMA NF3E

Além disso, nesse período que estamos trabalhando no projeto da NF3e, já encontramos características bem específicas no negócio, como:

Modelo On Site Billing –  Como criar um modelo de emissão robusto e seguro para o cenário de emissão em campo pelos leituristas.

Contingência na NF3e – Quais diferenças existem com os outros modelos de Documentos Fiscais Eletrônicos(DF-e).

Obrigações Acessórias: como garantir a entrega dessas obrigações, na transição da NF3e e encerramento do convênio 115.

Meios de pagamento: para cenários de emissão de fatura que tenha boleto, débito em conta, que cuidados são necessários na NF3e.

Além desses itens, outros que poderão surgir ao longo da adequação. E para isso, é necessário mais do que simplesmente autorizar uma NF3e na SEFAZ, mas cumprir com o  propósito da Oobj que é gerar inovação à partir da NF3e.



EMITA NF3E COM A OOBJ

Em setembro de 2021, todas as Distribuidoras de Energia são obrigadas a emitir NF3e. Se sua empresa é do segmento e busca uma solução para essa obrigatoriedade, clique abaixo e solicite um contato do nosso time comercial. 


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